Turbulências: Como elas acontecem e por que não temer

Viajar de avião não é uma missão muito simples para algumas pessoas. Na maioria das viagens aéreas ocorrem turbulências que derrubam cafés, bagagens e apavoram muitos passageiros. Em um breve artigo iremos explicar o que é, e por que não ter medo delas.

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 Então, o que é turbulência? De acordo com os cientistas aerodinâmicos:

“É um estado em que um fluído exibe velocidades instantâneas irregulares e flutuações aparentemente aleatórias”

Certo, mas podemos simplificar dessa forma: trata-se da alteração do fluxo de ar na asa. Entre as mais comuns está a turbulência térmica que acontece quando o deslocamento vertical de ar quente sofre um “tipo de colisão” com o ar frio, causando trepidações e solavancos na aeronave e podem alterar sua altitude. A intensidade vai de Ligeira a Forte, e raramente causam algum dano ao avião.

Fazer a previsão de onde e quando irão acontecer é quase uma arte. Há sugestões nas cartas meteorológicas, nos retornos do radar e os reportes em tempo real de outras aeronaves, sendo esse, o mais útil de todos. Mas, em geral, as turbulências são um imprevisto e não é possível evitá-las. Simplesmente, porque o ar é invisível e não há tecnologia disponível pra isso, exceto pelo sistema “Predictive Windshear (microbursts), que só está disponível próximo ao solo.

Em contrapartida, os radares dão dicas importantes sobre áreas perigosas para voo, eles conseguem capturar gotículas de água ou gelo presentes nas nuvens e fornecem um panorama colorido que o piloto deve evitar e desviar para manter o voo seguro.

Contudo, definitivamente, não é preciso ter medo do avião cair devido à turbulência, mesmo com a maior rajada de ar que se tenha notícia nenhum avião perdeu o controle a ponto de despencar ou entrar em parafuso. Basta seguir as normas de segurança, que raramente alguém sai ferido. Procure então reservar seu assento próximo das asas, ali fica o centro de gravidade do avião e vai diminuir bastante a sensação desconfortável que a turbulência causa.

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Saiba como superar o medo de viajar de avião

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Houve uma época em que viajar de avião era um luxo para poucos, hoje, se tornou questão de necessidade. Além de facilitar a vida profissional, e as viagens a lazer, carrega um custo-benefício altíssimo. O avião conseguiu diminuir distâncias, te levar ao outro lado do país em poucas horas e é considerado o meio de transporte mais seguro.

De acordo com a psicóloga Beatriz Modesto, formada pela UFU, Especialista em Análise Comportamental Clínica, algumas pessoas se queixam de sentir incômodos e frios na barriga ao voar de avião, outras ficam estressadas e sentem enjoos antes e durante o voo. Mas é preciso saber diferenciar o medo da fobia.

“O medo é saudável, sinaliza para que o indivíduo tenha cuidado com as situações e coisas ao seu redor, quando esse medo evolui para uma condição que te impossibilita fazer certas coisas e se torna prejudicial para o seu dia-a-dia, por exemplo, não conseguir entrar em um avião, é considerado fobia.”

Ainda de acordo com a psicóloga, muitas vezes as fobias são decorrentes de situações experimentadas pelo indivíduo e lhes causou grande trauma ou medo expressivo. Lembranças, lugares, sensações ou circunstâncias que tenham associação com esse trauma recordam a memória do evento e mecanismos de defesa são disparados como se tudo fosse acontecer novamente. As emoções daquele momento sobrepõe a razão e áreas límbicas* se tornam mais atuantes que as áreas de racionalização do cérebro.

Como tratar o medo de avião

Para casos de medo ou fobia, a psicoterapia confere significativos resultados de superação. Ela busca trabalhar as associações feitas entre os eventos traumáticos e os sistemas de crenças que geram os comportamentos fóbicos. O modo de trabalhar e minuciar esses medos é estabelecer novas respostas ao estímulo que os causam (Aprendizado de extinção) e, aos poucos, recuperar a confiança quebrada com a situação.

Beatriz dá dicas pra quem, apesar disso, precisa voar, e que acompanhadas do tratamento psicológico sempre oferecem ótimos resultados:

Auto-indução de relaxamento

Essa técnica ajuda a enfrentar o medo antes e durante a viagem. Foque na respiração tranquila apoiada por pensamentos de superação como “Eu me sinto tranquilo e seguro”, “Tudo está bem agora e assim continuará”, “Sou capaz e supero a mim mesmo”.

A explicação é simples: quando hiperventilamos (respiração ofegante, ansiosa) provocamos alterações do oxigênio na corrente sanguínea, favorecendo progressiva confusão mental e, como decorrência, exacerbação do medo. Por outro lado, quando mantemos a respiração tranquila nos sentimos mais seguros, confiantes e com o controle preservado.

Resgate a coragem

Outra boa dica é resgatar vitórias que você teve em outros períodos da vida (conquistas de objetivos no campo familiar, profissional, escolar, esportivo, etc.). Tais lembranças podem mobilizar novas associações para o fortalecimento da auto-imagem corajosa e vencedora.

Exposição suave e contínua

Tudo ao seu tempo. Enfrente isso devagar, por exemplo, primeiro enfrente o aeroporto, depois vôos curtos sem tranquilizantes e ir gradativamente se expondo a vôos mais longos. Chamamos esse processo de Dessensibilização. Ele favorece a diminuição gradativa da hipersensibilidade existente a uma condição fóbica por meio da exposição suave e contínua, que permite ao paciente fortalecer a percepção do controle e vitória sobre si mesmo.

*O Sistema Límbico compreende todas as estruturas cerebrais que estejam relacionadas, principalmente, com comportamentos emocionais e sexuais, aprendizagem, memória, motivação, mas também com algumas respostas homeostáticas. fonte: Wikipedia

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Bagagem extraviada, e agora?

De acordo com a Agência Nacional de Aviação (Anac), a segunda principal queixa contra as companhias aéreas são os famosos problemas com a bagagem. Quem já chegou na esteira pra buscar a sua, e percebeu que ela não estava lá, sabe o tamanho da dor de cabeça.

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É muito fácil e econômico viajar com a Clic, mas no aeroporto podem ocorrer problemas com sua bagagem, então iremos ensinar como evitar e também solucioná-los. Alguns cuidados devem ser tomados para reclamar o objeto e facilitar o reembolso:

Identifique a mala: Use etiquetas, personalize com itens como: chaveiros, fitas, etc. e, prefira malas com cores mais fortes, inclusive ficará mais visível na esteira.

Antes do embarque faça uma declaração: A declaração funciona como um tipo de seguro, permite que seja declarado o valor da bagagem através do pagamento de uma taxa, que é estipulada pela própria companhia. Ela tem direito de revistar a mala e negociar esse valor, sendo assim em caso de extravio o valor é reembolsado para o passageiro.

Objetos como jóias e eletrônicos não podem ser declarados, nesse caso, prefira levá-los na bagagem de mão.

Guarde todos os comprovantes de compra:  Para se garantir, guarde o comprovante de tudo que for comprado durante a viagem, e tire foto de todos os objetos que estão na mala.

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Em caso de extravio:

Ao constatar que sua mala não chegou na sala de desembarque, vá até o balcão da companhia aérea e preencha Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB), além de registrar uma queixa no escritório da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que fica dentro do aeroporto.

O Código de defesa do consumidor determina que a empresa restitua o valor da mala e dos pertences nela contido, além das despesas do cliente devido ao extravio. Para voos internacionais o prazo de devolução é de 21 dias, e para voos domésticos 30 dias.

Caso não concorde com os valores estipulados, é necessário tentar uma negociação administrativa por meio do Procon, ou recorrer diretamente à Justiça. Se a causa não ultrapassar 40 salários mínimos, é possível entrar com ação no Juizado Especial Cível, e não haverá necessidade de contratar um advogado.

Se a companhia for estrangeira, é levada em consideração a legislação do país de origem. Na maioria dos outros países é utilizada a Convenção de Varsóvia, que determina que a companhia aérea pague 20 dólares por quilo de bagagem extraviado ao consumidor.

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A Clic te deseja boa viagem!